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Corretivo mais popular dos Estados Unidos também está à venda no Brasil!

O bestseller da Maybelline é mais acessível que muitas makes por aí

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Divulgação/Maybelline

Várias mulheres garantem que é impossível criar uma boa maquiagem sem fazer uso do corretivo. Ideal para apagar de pequenas manchas até espinhas, muita gente vive atrás do “corretivo perfeito”. Se você é desse time, nós temos uma dica para dar: invista no Instant Age Rewind Eraser Dark Circles Treatment Concealer, da Maybelline.

Segundo um levantamento do Nielsen, empresa germânico-americana especializada em pesquisa de mercado, o Instant Age Rewind ganhou primeiro lugar nas categorias “Popularidade” e “Prestígio”. Os dados utilizados foram com base no dólar e nas vendas unitárias dos principais varejistas de fevereiro de 2017 a fevereiro de 2018.

Mas o que ele tem de especial? Segundo a descrição do produto, seu poder de acabar com qualquer olheira! O corretivo tem alta cobertura e toque seco, enquanto o aplicador redondinho facilita na hora de disfarçar o inchaço e linhas finas de expressão. Para completar, sua fórmula também possui ativos que auxiliam a prevenir o envelhecimento da pele ao redor dos olhos. Até maquiadores profissionais aprovam o produto, e ele é o queridinho de ninguém menos que Gigi Hadid.

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Divulgação

Enquanto nos Estados Unidos cada unidade sai por apenas U$ 10, aqui no Brasil ele é um pouquinho mais caro – apesar de estar longe de ter uma preço absurdo. Numa pesquisa rápida pela web, é possível encontrá-lo por valores que vão de R$ 63,60 até R$ 79,90 – e ao todo são 6 opções de cores. Para quem procura um corretivo acessível e versátil (ele também pode ser usado para iluminar e fazer contorno), o Instant Age Rewind tem tudo para ser uma ótima escolha!

Pesquisa mostra que a cor favorita do mundo inteiro é o Marrs Green!

Anualmente, a Pantone divulga a sua aposta para cor do ano – aquela que vai estar em todos os lugares, passando pela moda até decoração. A escolha para 2017 foi o Greenery, um tom de verde bem vivo que faz reverência à renovação da natureza. Parecia uma boa aposta, porém até agora não vimos a cor bombar muito por aí. Pelo que estamos observando, o rosa quartz, cor de 2016 (que agora evoluiu para rosa millenium), continua sendo o queridinho do momento.

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Guy Archard

Mas tudo isso pode estar prestes a mudar. A empresa de papel GF Smith realizou uma pesquisa para descobrir a cor favorita do mundo – sim, de todo o mundo! – e o resultado foi bem surpreendente. O questionário online respondido pelos entrevistados revelou o verde, batizado de Marrs Green, é o tom mais amado pelas pessoas. Achou o nome diferente? Pois saiba que ele é uma homenagem à sua “inventora”, Annie Marrs, que se inspirou na paisagem da Escócia para a sua criação. 

Para chegar ao tom “favorito do mundo”, foram consideradas 30 mil respostas de cerca de 100 países diferentes! A conclusão da GF Smith foi de que estamos nos voltando para cores mais naturais, com referências à elementos como a água e as plantas, já que além do resultado da pesquisa o Greenery foi apontado como a cor do ano pela Pantone.

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Italian Bark e Jasmine Gregory

Se por enquanto ainda não encontramos muitos looks de street style com tom classificado como “verde-acinzentado”, na decoração ele tem aparecido com frequência. Seja como tinta em paredes em ou em objetos de décor, a cor traz uma tranquilidade e vibe fresh muito apreciada atualmente. Quer dar um up no ambiente? Investir no Marrs Green pode ser uma ótima opção – e a gente tem provas! Dá uma conferida nas fotos abaixo que podem servir como inspiração:

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Italian Bark

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Italian Bark

E aí, cor aprovada? Onde você usaria esse tom de verde?

Pesquisa de Harvard mostra em qual idade a pele começa a envelhecer

Há quem diga que devemos começar a cuidar da pele aos 25 anos. Outros falam 30. E tem ainda quem aposte que é só aos 35. Fato é que não existe um consenso sobre quando começamos a envelhecer, e isso pode variar muito de pessoa para pessoa. Mas algumas perguntas foram respondidas com a pesquisa realizada pela professora de dermatologia Dr. Alexa Kimball, em parceria com a marca Olay e a empresa de genética pessoal 23andMe, com o objetivo de estudar (e desvendar!) o que se passa nas camadas debaixo da superfície da pele na idade em que os primeiros sinais (não visuais) começam a brotar. E adivinhem? Ela achou um resposta bem surpreendente: é aos 20 anos de idade.

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Getty Images

Muitos acreditavam que até os 35 anos estávamos fisiologicamente ótimos e a pesquisa demonstra que a cada época, devido à poluição, ao aumento do nível da radiação solar e outros efeitos, os processos celulares mudam e os efeitos cumulativos do envelhecimento aparecem mais precocemente e todos juntos, principalmente naquelas pessoas que não têm um cuidado preventivo adequado.

A pesquisa apontou essa deficiência em produzir antiglicantes, antioxidantes, a dificuldade de produzir energia mitocondrial que seja utilizada pelas células de todo o corpo para replicação, regeneração e auto reparo, e também a perda imunológica e de defesa, assim como a capacidade de fazer barreira cutânea íntegra, defendendo a pele das hiperreatividades, alergias, eczemas e envelhecimento pelos agressores ambientais.

As principais idades do processo de envelhecimento
O estudo identificou cinco processos diferentes de células que entram em declínio em cinco diferentes idades. Entenda:

20 anos – É nessa idade que, fisiologicamente, temos o primeiro processo de envelhecimento, com o declínio da produção natural de antioxidantes. Um achado muito importante da pesquisa nesse sentido foi justamente no campo dermatológico na orientação do uso de produtos com Vitamina C estabilizada, Vitamina E, extrato de chá verde, além da hidratação e proteção solar, que eram as recomendações padrão para essa idade.

30 anos – O metabolismo do corpo começa a abrandar e isso afeta a bioenergia das células da pele, que alimenta a criação de colágeno e ativa processos de reparação. Com a bioenergia em queda, temos uma pele mais cansada. Nesse ponto, é necessário acelerar o metabolismo da célula de forma tópica, com uso principalmente da Niacinamida, ou Vitamina B3, e ingestão de nutracêuticos reparadores e de sustentação do colágeno, no caso do silício orgânico Exsynutriment e biomassa Bio-Arct, que é um bioenergizante mitocondrial, que estimula a síntese de ATP na mitocôndria, protege a pele durante condições extremas, estimula as defesas naturais da pele, e protege o DNA pela ação da taurina.

40 anos – A senescência celular entra em ação em um processo em que o ciclo de vida natural das células da pele é menor, e isso pode afetar sua aparência de muitas maneiras. Ingredientes recomendados: retinol, ácido glicólico e ácido hialurônico. Fatores de Crescimento e peptídeos se tornam importantes, porque eles ajudar a impulsionar os processos celulares de forma a frear os sinais de envelhecimento que estão começando a ficar muito mais evidentes.

50 anos para cima – A função de barreira da pele enfraquece, o que torna a pele seca e incapaz de reter a hidratação suficiente por si só. Vitamina D, nanoconjugados de silício orgânico e tetrapeptídeos que melhorem o apoio estrutural da pele são recomendáveis, assim como ingredientes provenientes da semente do linho como Sculptessence, sempre em veículos como elixires e séruns, manipulados ou industrializados, mas com alta concentração de ativos.

Quando, de fato, você se acha mais velho
Apesar do primeiro processo de envelhecimento ser por volta dos 20 anos, é por volta dos 30 que as mudanças internas se tornam visíveis – especialmente em pessoas com tons claros de pele.

Além da genética, 80% do envelhecimento da pele está relacionado com fatores externos, ou seja, a forma como você vive a sua vida. Alguns hábitos saudáveis são indicados para retardar o amadurecimento da pele: dormir de sete a oito horas por noite, seguir dieta magra rica em proteína, muita água para se manter hidratado de dentro para fora e, como muitas vezes percebemos dificuldades do organismo de algumas pessoas em absorver todos os nutrientes que consomem, suplementos com silício, peptídeos, aminoácidos, e biotina são fundamentais. Taí a prova de que uma vida saudável é sempre o melhor remédio!

Fonte: Vogue 

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A joia mais pesquisada do mundo no Google tem a aprovação de Kylie Jenner. Confira!

Quer fazer uma joia bombar muito na internet? Provavelmente uma boa ideia é a peça cair nas graças de Kylie Jenner. Foi isso que aconteceu com a pulseira LOVE, da Cartier, segundo um levantamento sobre marcas e tendências feito pela joalheria Karus Chains. O acessório foi procurado um milhão de vezes no Google – tonando-o o número um do mundo.

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Tudo começou em janeiro desse ano, quando Jenner compartilhou uma piadinha sobre o fato do bracelete estar preso em seu pulso há quatro anos. O estudo então constatou que a Cartier LOVE alcançou um número de pesquisas significativamente maior do que outros acessórios: especificamente, 353.840 vezes por mês versus “apenas” 85.630 pesquisas por mês para o segundo maior item, os anéis de noivado da Tiffany & Co.

E isso que o preço está longe de ser acessível. A pulseira que Kylie sem dúvida popularizou começa no valor de US $ 6.700 para a versão do ouro 14K, e pode chegar a custar até o dobro, caso seja feita de platina e diamantes. Também vale lembrar que o sucesso se deve ao fato do bracelete ser um queridinho das celebridades, e já foi usado por estrelas como Demi Lovato, Katie Holmes, Salma Hayek e Cameron Diaz.

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Pensando assim, não fica tão difícil de imaginar porque a peça desperta tanto desejo nas pessoas. Além disso, a Karus Chains constatou sem surpresa que os anéis de noivado foram, em geral, o acessório mais procurado para mulheres – cerca de 14 milhões de pesquisas a cada mês. O segundo lugar ficou com os brincos de diamante, com um número aproximado de 300.000 procuras.

Quer saber quais serão as próximas tendências do mundo fitness? Confira essa lista!

Manter o corpo ativo e saudável é uma prática cada vez mais comum entre as pessoas. Pensando nisso, todo ano o Colégio Americano de Medicina do Esporte elabora um ranking com o que mais vai ser sucesso no mundo da atividade física dali em diante. As escolhas são feitas a partir da opinião de especialistas da área — nessa última edição, foram mais de 1800 entrevistados. O resultado é bem interessante, e quem sabe não motiva você a procurar novas formas de mexer o corpo?

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Foto: Colorado Gov

Confira a lista abaixo para saber tudo que vai bombar no mundo dos exercícios físicos!

1) Dispositivos eletrônicos
Vão de pulseiras que medem a frequência cardíaca a aplicativos capazes de montar percursos de corrida. O principal atributo deles é preservar a motivação para se exercitar.

2) Treinamentos funcionais
Eles não são uma novidade, mas estão na moda. Em vez de usar aparelhos na academia, o sujeito se vale do peso do próprio corpo — e de halteres, elásticos e afins — para malhar.

3) Exercício intervalado de alta intensidade
Esse tipo de treinamento chegou a liderar o ranking anos atrás. Basicamente, a pessoa intercala momentos de muita correria com outros de atividades mais leves. Se pensarmos bem, esportes como futebol, basquete, tênis e afins seguem esse preceito.

4) Contar com profissionais experientes e certificados
Na medida em que a atividade física é cada vez mais reconhecida como uma forma de prevenir e tratar doenças, é importante contar com a orientação de gente especializada, capaz de criar um plano de exercícios agradável, seguro e eficaz.

5) Treino de força
Estamos falando das práticas que visam fortificar os músculos — a musculação tradicional é a principal delas. É verdade que elas estão longe de serem uma novidade, porém seus benefícios, cada vez mais evidenciados por estudos científicos, alçaram-na para a parte de cima do ranking.

6) Exercícios em grupo
Eles estão ganhando espaço por sua capacidade de motivar as pessoas. Os laços que se formam em turmas de corrida, de ciclismo ou do que for incentivam a prática esportiva, além de firmarem um compromisso que nos dá gás para levantar da cama.

7) Movimentação como tratamento médico
Segundo os entrevistados da pesquisa, cada vez mais vamos encontrar médicos que receitam atividade física como parte do plano terapêutico para uma doença.

8) Ioga
É curioso que uma atividade milenar seja considerada uma tendência. Contudo, o fato é que os estúdios de ioga se multiplicam mundo afora — e os benefícios que ela proporciona, inclusive para a cabeça, justificam essa popularização.

9) Treinamento com personal
Se a prescrição de exercício físico deve ser cada vez mais individualizada, é até natural imaginar que muita gente precisará recorrer a esses profissionais nos próximos tempos. O maior problema, aqui, continua sendo o valor das sessões.

10) Exercícios para emagrecer
Talvez o uso das atividades físicas com foco na perda de peso seja um destaque por causa do aumento contínuo nas taxas de obesidade ao redor do globo. De qualquer forma, é inegável que suar a camisa ajuda a emagrecer (e exige adaptações específicas no treinamento).

Quer comer menos durante o dia? Comece a consumir os alimentos certos no café da manhã!

O café da manhã é conhecido por ser a principal refeição do dia, mas mesmo assim muitas vezes ele é esquecido. Bons alimentos que servem para iniciar as nossas atividades diárias devem fornecer nutrientes, vitaminas e minerais ao nosso organismo, enquanto fazem com que as funções vitais funcionem de forma normal. Muitas pessoas que não adotam a estratégia de consumir um desjejum de qualidade acabam sentindo fome durante o resto do dia e, por consequência, exagerando nas outras refeições. Para que isso não aconteça, um nutriente que precisa estar presente no café da manhã é a proteína, pois atualmente se sabe que ela pode ajudar a controlar a fome durante o dia.

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E claro que existe uma explicação científica para isso. Em um estudo realizado e publicado no “International Journal of Obesity”, foram comparados os benefícios de um café da manhã tradicional, composto de sucos e cereais, comparado a um café da manhã hiperproteico, com leite, ovos, carne magra e iogurte.

Foram recrutados jovens com sobrepeso e que não tinham o hábito de tomar café da manhã. Eles foram divididos em três grupos: o primeiro não realizava o desjejum, o segundo tomava o café da manhã tradicional, que continha 13g de proteína, e o terceiro ia com o café da manhã hiperproteico (com cerca de 35g de proteína). O período experimental do estudo durou três meses, e os resultados mostraram que o grupo que passou a tomar um café da manhã rico em proteína reduziu o consumo de calorias ao longo do dia e controlou melhor os níveis de glicemia.

A explicação é que a digestão e absorção das proteínas é mais lenta do que a de outros nutrientes, e o organismo se mantém satisfeito por mais tempo. Vale a pena começar a investir e pensar no que consumimos durante essa refeição tão importante. Ah, e não deixe de procurar a ajuda de um profissional para saber qual dieta é mais adequada para o seu corpo. Faz toda a diferença!

Fonte: Bodytech